Corun
Máquina de tatuagem CORUN feita à mão, latão e medalhões gravados

CORUN

Pindamonhangaba · Brasil

Máquinas de tatuagem · feitas à mão

Latão, fogo
e teimosia.

Uma oficina em Pindamonhangaba que, desde 2013, corta, solda e enrola cada bobina à mão. Não é catálogo. É o arquivo vivo de quem faz.

A gente não fabrica em escala. Cada máquina passa pela bancada, pela lima, e pela mão de quem entende de traço.

Pindamonhangaba, interior de São Paulo. De 2013 até hoje, uma a uma.

O coração · Feita à mão

Feita à mão.

Começou num banco de trabalho. Sem fábrica, sem investidor — mão, olho treinado e teimosia. Treze anos depois ainda é assim: latão cortado, chassi soldado, bobina enrolada fio a fio. Cada máquina nasce na bancada.

As máquinas à mão

225 registros · role para o lado

Uma a uma

Testada na própria mão
antes de virar ferramenta.

A oficina · Processo

Fogo e metal.

Corta. Solda — a chama verde do maçarico sobre o metal branco. Enrola a bobina, fio por fio, num cilindro: não tem máquina de enrolar. Ajusta. Testa na própria mão. O processo é tão importante quanto a peça pronta.

A forja, em arquivo

42 registros · role para o lado

O gabinete · Detalhes

Os detalhes.

De perto, aparece a assinatura: uma moeda inteira embutida no chassi — Cruzeiro de 1982, peso argentino de 1990, libra irlandesa — e “CORUN” usinado no latão, legível de qualquer ângulo. Não é adesivo. É decisão de quem fez.

Latão, moeda, pátina

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A assinatura

Toda máquina
guarda uma moeda.

Não é enfeite. É a marca de quem fez — uma peça achada, fixada no metal e escondida em cada Corun. Toque para ver o que ela guarda.

Máquinas especiais CORUN, latão gravado

Patrimônio · Peças de autor

Máquinas especiais
feitas com grandes artistas.

Algumas saem da linha e viram peça de autor — gravada, pintada, batizada. A ARAE leva o nome do Christian Arae no metal. O criador vira o nome da máquina.

Tattoo.Doc

Onde a máquina
encontra a pele.

As vozes · Tattoo.Doc

Não é parceria.
É convivência.

Tattoo.Doc não é propaganda — é o projeto da Corun no YouTube que ouve quem vive de tatuar. Vários desses artistas desenharam a própria máquina, tatuam com ela, e voltam ano após ano.

Christian Arae, tatuador, usando CORUN

Christian Arae

Mauro Landin, tatuador, usando CORUN

Mauro Landin

Caio Cruz, tatuador, usando CORUN

Caio Cruz

Fabio Bolito, tatuador, usando CORUN

Fabio Bolito

Fernando Bulldog, tatuador, usando CORUN

Fernando Bulldog

Wilian Yoneima, tatuador, usando CORUN

Wilian Yoneima

Boni Lucena, tatuador, usando CORUN

Boni Lucena

Tete, tatuador, usando CORUN

Tete

A memória · Momentos

Quem construiu junto.

2016: o nome começa a circular. Convenção, estúdio, workshop, estrada. Dez anos de Corun reuniram a comunidade num palco só. A oficina virou rede — e a marca cresceu onde importa, na mão de quem tatua.

Convenção, estrada, encontro

97 registros · role para o lado

A linha · 2020—2024

A mão virou processo.

Sem perder a mão. Bobina de produção, rotativa Fujin, pen Tesla 1.0 e 2.0. Em 2020, o registro na ANVISA. A linha cresceu; a bancada continuou.

Rotativa, pen, cartucho

48 registros · role para o lado

O preto · 2026

Preto.
Sem variação.

Pure Black. Registrada na ANVISA sob 80815530016, esterilizada a raios gama, feita em Minas e testada na pele de quem tatua aqui. Do frasco de 15ml ao de 240ml.

Caixa da tinta CORUN Pure Black — Heavy Ink, num estúdio de tatuagem

De 2013 até hoje

2013

A origem

2016

A cena

2020

ANVISA

2024

A linha

2026

O preto

A visita termina aqui — a oficina, não.

Feito no Brasil, por mãos reais, para quem vive de tatuar.

Corun · Desde 2013 · Pindamonhangaba — SP